Quando eu tava na faculdade passava praticamente 2/3 do dia perambulando pelo Centro da cidade. Isso me rendia várias aventuras, mas uma na qual eu sempre tive curiosidade de participar mas biologicamente seria inviável é o contato direto com o “manja-rôla do Carrefour”. Nunca o vi pessoalmente, não consigo nem explicar como ele realmente é, mas de acordo com depoimento de alguns amigos, ele realmente existe.
O Centro em qualquer horário ou dia é um ambiente de
muita pirocação. E eu aprecio de longe, juro. Mas to ligada que tanto em
vestiários, banheiros públicos, terminais de ônibus e até supermercados, sempre
tem um desocupadinho ali no banheiro afim de manjar uma rolinha.
Imagino que todo homem, seja ele bem dotado ou não, já
tenha passado por uma situação como essa. E dependendo do dote do rapaz, já até
recebeu alguma proposta. O que deixa a situação ainda mais engraçada. Afinal de
contas, se acontece é porque alguém cai. Mas não me foge a imaginação da pessoa
que vai mijar e acaba gozando durante a viagem.
O manja-rôla do Carrefour já foi denunciado pela
policia, acredito que deva ter algum funcionário do supermercado que segura
as broncas dele. A lenda se propagou de uma tal forma que até surgiram outros
pupilos no DB (do outro lado da rua) e no banheiro publico que tem ali
perto do Relógio da Matriz.
Há quem afirma que os adeptos do voyerismo são vítimas
de muito preconceito, porque quem olha, observa e fica atento a cada movimento,
tem a sua forma de sentir prazer. Mesmo que não haja toque... Como pedir,
sugerir e até [quem sabe] pegar no membro do colega.
Diante de tantas lendas sobre o banheiro
feminino, confesso nunca ter ouvido falar em alguma “manja-xana”. Seria tosco
demais, tá no desconforto de um banheiro publico, no equilíbrio de acertar a privada, com as pernas torneadas [quem é mulher sabe do que eu to falando] e
ainda se deparar com um olhão por cima da cabine. Tenso demais!