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domingo, dezembro 18, 2005

Normallie

Estava varrendo o quarto quando ouvi um anuncio na televisão, a repórter do Plantão de Noticias com uma voz trêmula descrevia uma jovem de 15 anos que foi encontrada morta, com vários hematomas pelo corpo. Ela estava em baixo da ponte Waldery Areosa na entrada da cidade. Leonardo correu para o telefone assustado, ficou sussurrando algo sobre o assunto do noticiário quando me aproximava disfarçava a conversa, pelo pouco que eu ouvi parecia falar com Ricardo.

Leonardo – Ricardo! Encontraram a Nellie, o que a gente faz?

Ricardo – Ok? Calma rapaz, não temos que nos preocupar, não sabemos de nada esqueceu? Deixa a policia investigar, e quando não tiver o que fazer entregamos o jogo.


Leonardo – É verdade, até lá as coisas já se acalmaram.

Essa foi a ultima frase da conversa que pude ouvi na quarta feira enquanto estava limpando a casa da família Fonseca, achei muito estranho, mas continuei no meu trabalho, afinal de contas esses meninos sempre gostaram de assuntos funestos. Nunca fui muito de desconfiar dos meus patrões, mesmo por que eles sempre foram pessoas de boa índole, na hora nem pensei e fiz meu serviço tranqüilamente o resto do dia. Porém, no decorrer da semana algo me assustava no comportamento de Leonardo, principalmente quando falava ao telefone com Ricardo. Algo muito grave tinha acontecido ou aconteceu naqueles dias.


Tudo bem, agora vou contar do que estou falando: Eu trabalho na casa do Leonardo mas todos o chamam de Léo, é um menino magro, com cabelos negros e curtos, ele tem 16 anos, é meio despreocupado com a vida, usa sempre shorts e camisas largas, se banhava em perfume, um tal de Normallie, pra me não passava de álcool puro, gosta de jogar aqueles jogos de tabuleiros, cheio de dados, cartas, e tarefas que os jogadores precisam saber. O Ricardo é o seu vizinho e melhor amigo de Léo, eles têm a mesma idade, gostam das mesmas coisas, falam sobre os mesmo assuntos. É um ótimo garoto. Ele mora na rua Salomão Coelho, próximo à padaria do seu Juca, que fica no centro da cidade, três ruas mais abaixo fica a casa do Léo (onde eu trabalho). Eles se conhecem desde pequenos e sempre foram muito serelepes e bastante curiosos. Se reunião todas as noites de sábado para ouvir as historias sobre a guerra do Vietnã que o avô de Léo, Seu Normando contava com entusiasmo e devoção. Ele era um nostálgico militar apaixonado por guerras, morava com os pais de Léo. Todo o tempo se queixava e se dizia inútil por está velho, sua voz era grave e muito rouca, sempre enfatizando as ultimas silabas das palavras, me tremia as pernas todas as vezes que dava um grito, vivia sempre entediado, então... Resolvia passar o tempo contando historias e relembrando o passado. Ricardo adorava desenhar e inventar estórias, ficava impressionado com as historias da guerra.

Certo dia, perguntou a seu Normando, como eram feitas às torturas com os prisioneiros de guerra, foi quando o avô de Léo começou a lhes contar sobre corpos decapitados, machadadas no crânio, mutilações etc. Os garotos estavam fascinados e horrorizados e horas depois enquanto eu preparava um lanche, começaram a conversar sobre o ocorrido, isso os perturbavam, seus assuntos não eram outros, apenas relembrando que tudo o que seu Normando contava parecia mais assustador ainda pelo seu ar de suspense e sua voz pausada, como se o que ele falasse fosse algo inventado por sua cabeça, muitas vezes tão reais em seus sonhos, seus pensamentos, eram tão intensos que não pensavam em outra coisa a não ser nessas loucas histórias...

Dias antes a noticia da morte de Nellie, Léo e Ricardo brincavam no quintal, Léo saía toda vez com uma caixa estranha, havia uns desenhos feitos por Ricardo e símbolos rabiscados com caneta tinteiro preta dos quais eu não tinha o menor conhecimento. Até que Ricardo teve a idéia de inventar um jogo baseado nos contos do avô de Léo, na verdade, parecia um jogo, um pouco sem noção, ou não terminado, mesmo assim eles estavam entusiasmados com esse novo projeto (assim nomeado por eles), ficavam horas no porão da casa, pensando, escrevendo, buscavam em alguns livros, às vezes eles saíam e só voltavam muito depois, sempre achei muito estranho. Mais desconfiada que eu, estava meu filho do meio, o George, ele estudava na mesma escola que os meninos, não falava muito com eles mas os conhecia. Por ter chocado tanto a cidade, a policia da época, fez parecer a morte de Nellie um suicídio e abafou o caso, deixando de lado todas as especulações. O estranho de tudo isso, é que ela foi encontrada, por um caseiro de uma fazenda há 3km de distancia da ponte, por causa do forte odor e urubus sobrevoando pela região, o corpo dela já estava em estado de putrefação e com alguns ossos quebrados cirurgicamente, mas o sumiço dela não causou desespero da família nem de seus amigos. Tudo muito estranho, os rapazes estavam levemente diferentes, após a descoberta da morte da menina.

Ninguém sabia qual o último paradeiro dela nem como ela chegou até a ponte, não havia impressões digitais ou qualquer munição de arma. Em um desses dias que eles saíram bem cedo e só voltaram no final da tarde. George e eu limpávamos o canteiro quando ouvimos conversas preocupadas maquiavélica os meninos pareciam apreensivos, sempre desconfiados escondendo papeis e falando sobre alguém ter escolhido um dos caminhos e tudo muito confuso. Algo como se estivesse de escolher entre a vida e a morte. Esse foi o ultimo ano que eu trabalhei na casa da família de Léo, só ouvi falar nos garotos 10 anos depois...

Léo – Bom dia Dona Janete! A Senhora sabe se o Ricardo já chegou?

Janete – Ainda não Seu Leonardo, mas ligou avisando que ia demorar, parece que houve um acidente na rua principal do condomínio dele...

Léo – Ok! Então quando ele chegar peça pra ele ir ao laboratório por que tem umas matérias do plantão urgente pra editar. O que eu soube é que eles estavam trabalhando na TV, me parece que editavam as imagens que iam ao ar nos noticiários das 8h.


Ricardo – Putz cara, foi mal a demora. Mas tu precisas ver um cara que encontraram morto lá perto de casa, ele tava deformado, falaram que ele foi achado todo podre numa antiga caixa d’água, ninguém sabe há quanto tempo ele tava lá, ninguém tinha notado a ausência dele, ele tava cheio de machucados pelo corpo. Daí uma parece que menina que tava brincando e quando foi pegar a bola que rolou pra longe achou o defunto sendo devorado pelos vermes.

Léo – Pára de brincadeira cara, tu sabe com o que eu não gosto quando tu me contas essas histórias já crescemos, não somos mais crianças, né? Tínhamos combinado em não falar mais disso!

Ricardo – Não pô, é verdade fiquei mais assustado que você, não estou inventando nada desculpa se te fiz relembrar algo ruim relaxa, deve ser só uma coincidência, já faz muito tempo você sabe ninguém lembra...Só quem sabe é...

Léo – Tá!!! Tá!!! Vamos trabalha... Esquece...

Não era coincidência, exatamente uma semana depois uma garotinha de 9 anos foi encontrada morta na piscina desativada no clube que os meninos freqüentavam quando criança. A menina acabara de completar aniversário, teve uma grande festa, era filha de um empresário muito importante na cidade e a policia não sabia mais o que fazer, não tinha provas, não tinha suspeitos, nem testemunhas.

Ricardo – Alô!!! Alô!!! Alô!!! ...Cadê o Leonardo?

- “Um minuto por favor..vou passar pra ele.”

-Léo – Fala rapaz! Certinho? - Certinho nada! Já ouviu os noticiários? Coincidência... Coincidência porcaria nenhuma, mais uma morte, dessa vez foi lá no clube do condomínio, tem alguém querendo nos assustar!!!

Ricardo – Assustar do você esta falando rapaz?

Léo - , me mandaram um bilhete com um cheiro forte de álcool dizendo “vamos jogar?”.

Essa carta parecia uma dessas usadas em filmes, sabe? Quando o assassino quer enrolar e deixar o mocinho desesperado, pois é, o pior é que conseguiu duas semanas depois tudo ficou sem sentido. Uma fita k7 foi encontrada em um opala nas proximidades da ponte Waldery, na entrada da cidade, a fita era de uma conversa não muito clara, muita abafada, meio arrastada, com barulhos que impediam de ouvir algumas coisas e de tentar entender o que realmente se passava. Mas de uma coisa eu tinha certeza, a voz na principal da fita. A imprensa conseguiu o material com polícia, e divulgou pela televisão, questionando se alguém conhecia aquela voz. Não se falava de outro assunto, eram todos comentando sobre a tal fita misteriosa. Eu não tinha duvidas do envolvimento de Leonardo e Ricardo nessa história, algo ruim acontecerá e alguém descobriu...

“Então meus queridos, preparados para jogar, espero que sim. Mas tenho uma informação pra lhes falar, dessa vez eu faço as regras, até agora vocês souberam esconder o que aconteceu com a Nellie, como puderam fazer algo de ruim com alguém tão doce e indefesa como ela. Nunca havia feito mal a ninguém, era apaixonada por você Leonardo ou não percebia, você assim com esse jeitinho meigo que fazia o coração das menininhas ingênuas do colégio lhe adorarem. Elas só lamentavam, queriam só dar atenção a você ? enquanto a mim meu querido, que me humilhava, chorava, nem que fosse um segundo dessa atenção que elas nunca me deram, Agora vocês vão me ouvir nem que seja pela ultima vez, enquanto eu trabalhava, ajudando a minha mãe a fazer a vontade de sua família, vocês se preocupavam com seus planinhos idiotas, em ‘qual caminho deveriam seguir, só existem três opções, se gostar de felinos, meus amigos gatinhos vão adorar sua visita, se gostar de quebra-cabeça adorarão nosso labirinto especial e blá blá blá!’ Vocês me dão nojo, sempre me olharam com canto de olho, só por que eu era o filho do da empregada, e vocês no bem-bom junto daquele velho caquético ouvindo histórias que nunca existiram, mas hoje, tudo vai mudar! Eu sou o líder desse jogo, e dito o que precisarão fazer, primeiro vocês devem...”


A gravação dessa fita, era muito mal feita, havia ruídos, falhas, palavras indecifráveis, e acaba por aí, Nunca ninguém descobriu o que realmente aconteceu, mais hoje eu falo com lagrimas na garganta que algumas horas depois, meu filho foi encontrado morto, embaixo da ponte, a mesma em que Nellie foi encontrada, apenas com uma calça jeans, com fortes ferimentos e hematomas roxos pelo corpo inteiro. Depois da autópsia, os legistas encontraram marcas de auto-flagelação com objetos cortantes e a letra “N” feitas com um bisturi nas costas e nas pernas de George.

O pior de tudo isso, é que até hoje, sete anos depois, nunca ninguém soube do paradeiro de Ricardo Nunes e Leonardo Fonseca. O tal jogo? Nunca ninguém soube explicar, o que tanto eles conversavam? Sequer fazemos idéia, Nellie morreu misteriosamente, meu filho também. O significado da caixa de papelão que tinha um cheiro forte de álcool, das frases ao contrario, dos desenhos de insetos que rodeavam a letra “N” na tampa do tabuleiro em que Léo e Ricardo brincavam, nunca tiveram explicação. A policia até hoje desconfia dos dois, eu já não sei mais o que pensar, com o passar dos anos tudo foi sendo esquecido e meu único motivo de viver é contar essa história tão inexplicável para minha neta, que nem Léo e Ricardo ouviam de seu Normando.

Normallie (prefácio)

Numa cidade pequena do interior do Amazonas, jovens suspeitos e um final inesperado. Um jogo... Uma ponte... Umas mortes... Uns mistérios... Misturas de sentidos, o que fazer quando se pode está na mira de um serial killer. NORMALLIE! Um conto que irá confundir sua cabeça. Não se sabe quem vai se dar bem ou mal, sabe-se que o jogo vai começar!

- Esse conto foi feito por mim (maioria das partes), idéia original Thiago Hermido, e o resto da equipe Roberto Sena, Ivan Brito e Jacqueline Nascimento. Alunos do seundo periodo de jornalismo da uninorte. espero que gostem.. comentem.. perguntem.. enfim! divirta-se!

sexta-feira, dezembro 02, 2005

não que tenha acontecido comigo!

Depois de uma forte infecção intetestinal, nada melhor que um bom texto sobre caganeira... pra mim.. esse é um dos melhores textos da internet.. dizem que foi o Verissimo quem escreveu.. nao acredito muito nao.. mas tudo bem.. lá vai! leiam!
Aeroporto de Buenos Aires, 15:30h.
Pequeno mal-estar causado por uma cólica intestinal, mas nada que uma urinada e um peidinho não aliviasse. Mas, atrasado para pegar o ônibus que o levaria para o outro aeroporto da cidade de onde partiria seu vôo para Córdoba, resolveu segurar as pontas. Afinal de contas, são só uns 15 minutos de viagem.Chegando lá tenho tempo de sobra para dar aquela mijadinha esperta. Tranqüilo, o avião só sairia às 16:30h.Entrando no ônibus sem sanitário, sentiu a primeira contração e tomou consciência de que sua gravidez fecal chegara ao nono mês e que faria um parto de cócoras assim que entrasse no banheiro do outro aeroporto. Virou para o amigo que o acompanhava e sutilmente falou: Cara, mal posso esperar para chegar na merda desse aeroporto porque preciso largar um barro.Nesse momento, sentiu um urubu beliscando sua cueca, mas botou o esfíncter pra trabalhar e este segurou a onda. O ônibus nem tinha começado a andar quando para seu desespero, uma voz em espanhol disse pelo alto-falante: Senhoras e senhores, nossa viagem entre os dois aeroportos levará em torno de 1 hora. Aí o urubu ficou maluco querendo sair a qualquer custo! Fez um esforço hercúleo para segurar o trem de merda que estava para chegar na estação cu a qualquer momento. Suava em bicas.Seu amigo percebeu e como bom amigo que era, aproveitou para tirar um sarro. O alívio provisório veio em forma de bolhas intestinais, indicando que pelo menos por enquanto as coisas tinham se acomodado. Tentava se distrair vendo a paisagem, mas só conseguia pensar em um banheiro, não com uma privada, mas com um vaso sanitário tão branco e tão limpo que alguém poderia botar seu almoço nele. E o papel higiênico então: branco e macio e com textura e perfume e - ops! Sentiu um volume almofadado entre seu traseiro e o assento do ônibus e percebeu consternado que havia cagado.Um cocô sólido e comprido daqueles que dão orgulho de pai ao seu autor. Daqueles que dá vontade de ligar para os amigos e parentes e convidá-los a apreciar, na privada, tão perfeita obra: Dava até para expor na bienal. Mas sem dúvida, não nesse caso.Olhou para o amigo, procurando um pouco de solidariedade, e confessou sério: Cara, caguei. Quando o amigo parou de rir, uns cinco minutos depois, aconselhou-o a ficar no centro da cidade, escala que o ônibus faria no meio da viagem, e que se limpasse em algum lugar. Mas ele resolveu que ia seguir viagem, pois agora estava tudo sob controle. Foda-se, me limpo no aeroporto, pensou, pior que isso não fico.Mal o ônibus entrou em movimento, a cólica recomeçou forte. Ele arregalou os olhos, segurou-se na cadeira, mas não pode evitar e sem muita cerimônia ou anunciação, veio a segunda leva de merda. Desta vez como uma pasta morna. Foi merda para todo lado, borrando, esquentando e melando a bunda, cuecas, barra da camisa, pernas, panturrilhas, calças, meias e pés.E mais uma cólica anunciando mais merda, agora líquida, das que queimam o fiofó do freguês ao sair rumo à liberdade. E depois, um peido tipo bufa, que ele nem tentou segurar, afinal de contas o que era um peidinho pra quem já estava todo cagado. Já o peido seguinte foi do tipo que pesa e ele se cagou pela quarta vez.Lembrou-se de um amigo que certa vez estava com tanta caganeira que resolveu botar um absorvente na cueca, mas colocou com as linhas adesivas viradas para cima e quando foi tirá-lo, levou metade dos pelos do cu. Mas era tarde demais para tal artifício absorvente, tinha menstruado tanta merda que nem uma bomba de cisterna poderia ajudá-lo a limpar a sujeirada.Finalmente chegou ao aeroporto e saindo apressado com passos curtinhos, suplicou ao amigo que apanhasse sua mala no bagageiro do ônibus e a levasse ao sanitário do aeroporto para que ele pudesse trocar de roupas. Correu ao banheiro e entrando de box em box, constatou a falta de papel higiênico em todos os cinco. Olhou para cima e blasfemou: Agora deu, né? Entrou no último, sem papel mesmo, e tirou a roupa toda para analisar sua situação (que concluiu como sendo o fim do poço) e esperar pela mala da salvação com roupas limpinhas e cheirosinhas e com ele uma lufada de dignidade no seu dia.Seu amigo entrou no banheiro com pressa, tinha feito o check-in e ia correndo tentar segurar o vôo. Jogou por cima do box o cartão de embarque e uma maleta de mão e saiu antes de qualquer protesto. Ele tinha despachado a mala com roupas. Na mala de mão só tinha um pulôver de gola V.A temperatura em Buenos Aires era aproximadamente 35 graus. Desesperado, começou a analisar quais de suas roupas seriam, de algum modo, aproveitáveis. Suas cuecas, as jogou no lixo; a camisa a mesma coisa; as calças estavam deploráveis e assim como suas meias, mudaram de cor tingidas pela merda. Seus sapatos estavam nota 3, numa escala de 1 a 10. Teria então que improvisar.A necessidade é a mãe da invenção, então ele transformou uma simples privada em uma magnífica máquina de lavar. Virou a calça do lado avesso, segurou-a pela barra, e mergulhou a parte atingida na água. Começou a dar descarga até que o grosso da merda se desprendeu. Estava pronto para embarcar. Saiu do banheiro e atravessou o aeroporto em direção ao portão de embarque trajando sapatos sem meia, a calça do lado avesso e molhada da cintura ao joelho (não exatamente limpa) e o pulôver gola V sem camisa.Mas caminhava com a dignidade de um lorde. Embarcou no avião, onde todos os passageiros estavam esperando o RAPAZ QUE ESTAVA NO BANHEIRO e atravessou todo o corredor até o seu assento ao lado do amigo que sorria. A comissária de bordo aproximou-se e perguntou se precisava de algo. Ele chegou a pensar em pedir uma gilete para cortar os pulsos ou 130 toalhinhas perfumadas para disfarçar o cheiro de fossa transbordante, mas decidiu não pedir: NADA NÃO, OBRIGADO, EU SÓ QUERO ESQUECER ESTE DIA DE MERDA.

quinta-feira, dezembro 01, 2005

ihh! atualização!

Olá pessoal, faz tempo que eu nao posto nada aqui nesse blog hein? poise.. ultimamente tenho andado muito ocupada.. sem muito tempo vago pra escrever aqui.. exceto no dia em que eu screvi um texto enorme o pc deu pau, eu tive que reiniciar e obrigada! perdi tudo.. bom.. deixa eu contar como tá a minha vida esses tempos.. ha um mes e pouco começei a trabalhar no sinetram, entregando as carterinhas 'smartcard' do povo, trabalho tranquilo, apenas pela parte da manha, recebo lanche na maioria das escolas, tenho passe livre nos onibus tranquilááááço! na faculdade esotu terminando o segundo periodo de jornalismo na uninorte, acho que todo mundo ja sabe... lá tá meio monotono, vou pra lá pra encontrar pessoal, sem muito stimulo pra studar nao oh.. nao sei.. tenho fé que vai melhorar.. minhas notas estao relativamente boas as faltas que sao o problema, terminei meu curso de cinema, agora ingressando de vez com a carreira de cineasta, ja ganhei 2 premios! Um no Amazon Film Festival de 2005 na categoria 'melhor filme regional', com o filme "Geyzislaine, meu amor!", outro no CineAmazonia Festival também de 2005 na categoria 'Premio especial do juri' com o filme "Catunda". Nem precisa dizer que stou muito feliz com isso né? em relação ao meu coração, estou completamente apaixonada, feliz! satisfeita, realizada, cmpleta sei la.. to feliz pra caralho.. fico triste se alguem diz que eu to desguiando e tals.. nao acredito nisso.. acho que quem quer falar comigo sabe meu telefone e me liga, ou vem na minha casa, ou deixa um recado no meu orkut, blog,cel, flog.. nao tem desculpa.. eu ir atras? nao nao filho.. mas tudo bem.. caso alguem queira me ligar.. nao problem vou atender, tratar bem.. 'tu és responsavel por aquilo q tu cativas', logo..you choose! hehehe