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sábado, março 30, 2013

Enfim, chegou o dia 30!



A ansiedade para o Festival Mama Rock é bem grande e tenho certeza que não sou a única. Fico feliz em saber que a maioria das bandas que vão tocar são as bandas que estão formando um mercado, consolidando o costume e aprendendo a cada dia, na prática, o trabalho e dedicação que precisa ter para fazer uma festa.
Uma das minhas bandas preferidas, o que quase todo mundo sabe, a Infâmia é a dona das minhas fichas para um bom show essa noite, depois da resenha do novo CD deles. Vou publicar também uma entrevistinha que fiz com o Carlos Eduardo, líder da banda, vocalista, guitarrista e compositor da maioria das músicas do álbum “Nervo”, que logo logo vocês vão conhecer o material que ta sendo produzido.


RP: Quando foram feitas as músicas?
CE: Entre 2009 e 2010. Alguns trechos de umas músicas são de músicas anteriores (2007/2008) que eu peguei as melhores partes e formou outras músicas. Uma espécie de reciclagem das coisas que prestavam.

RP: Todas são de tua autoria? Como foi o processo de criação?
CE: Sim. 80% do cd foi criado em 2009 quando também tava rolando a criação do Rock The End Roll, foi ao mesmo tempo o Nervo, que nessa época se chamava Lixo.
O Nervo é praticamente a segunda parte do Rock The End Roll.

RP: A escolha e ordem das musicas partiu de quem? Quais foram os critérios?
CE: Foi feito uma Demo caseira do Nervo que se chamava Lixo em 2009. Eram 12 músicas. O trabalho que nós tivemos foi só gravar de novo. Já tava tudo encaminhado. 3 músicas dessa demo saíram e entrou a música Nervo que acabou sendo o nome do cd também.

RP: Me conta uma curiosidade, alguma musica que ficou de fora ou que nem era pra entrar e acabou entrando, aconteceu isso?
CE: Poisé, a música Nervo é antiga, tinha uma versão gravada a muito tempo rolando por aí. ela acabou entrando pro cd.

RP:Como os fãs vão sentir a diferença na mudança da formação da banda?
CE: Ouvindo o cd novo, já dá pra entender essa mudança. O primeiro cd é meio que atirando pra tudo que é lado. O Nervo é mais concentrado. Segue uma linha. Mas ao mesmo tempo tem tudo, tem pop, tem rock, tem punk, tem até metal ehehehehe

RP: Musicalmente, como tu se vê nos próximos 10 anos?
CE: Não tenho a menor ideia

RP: Qual a expectativa para o lançamento?
CE: Nós montamos um calendário de divulgação na internet. Só estamos esperando a capa ficar pronta. A Rakel Caminha está cuidando disso.

RP: Quais os próximos planos da banda?
CE: A nossa meta com esse cd é divulgar para outras regiões. As outras cidades do norte, nordeste e onde mais conseguirmos.

RP: Como vai ficar o lance da musica de trabalho?
CE: Nós vamos fazer um clipe com a música de trabalho, “Espírito Fraco”. Uma semana antes do lançamento do cd vamos disponibilizar ela para download.

quarta-feira, março 27, 2013

INFÂMIA: Do lixo à salvação do Rock n’roll

Dirty Boots by Sonic Youth on Grooveshark
Se no mundo inteiro o histórico do rock n’roll está totalmente debilitado no Amazonas não tem sido diferente. Temos bandas novas se destacando e procurando fazer algo autentico, diferente e criativo. Mas ainda como fruto de um passado forte dentro de uma maturidade ideológica.
A Infâmia lança o segundo CD, intitulado “Nervo”, tive oportunidade de ouvir o material antes do lançamento, que será neste sábado, no Festival Mama Rock, no Nativos Bar. Já adianto que vem aí um estouro musical.
A maioria das músicas são de autoria do Carlos Eduardo, que assim que gravou os primeiros passos do que veio a ser o Rock The End Roll do Projeto Campari, preferiu chamar as “sobras” de Lixo. Confesso que a primeira vez que ouvi, não achei um lixo, off course, mas achei as músicas meio chiclete e até reclamei com ele. (aquela né?)
E o tempo passou, os cabelos caíram, os filhos nasceram e enfim, chegou o Nervo. Destaco a música “Não Por Dentro”, é sentimento puro incrustados e aclamados em verdades onde só os fortes entendem.
Por coincidência ou não, o CD acabou ficando temático, o que eu gostei muito, sinto muita falta disso nas produções locais. Outra característica que contribuiu para autenticidade do material sãos os backing vocals, são eles que dão um peso grunge especial.
Sei que é muito cruel fazer certas comparações musicais, mas no Nervo, eu consegui sentir desde a primeira vez que ouvi, encontrar a relação e semelhança do amadorismo do Bleach e o chicletismo do Nevermind em um só material.
O crescimento da banda também se dá a nova formação, atualmente os amigos de infâmia, ops, infância, Anastácio Júnior, Carlos Eduardo e Thomaz Campos, tocam juntos e em busca daquilo que a gente quer e gosta, que é o som chamado Rock n’roll.
As melhores expectativas para o sábado a noite, espero que todos curtam o CD que logo, logo vai ta na mão dos fãs e curiosos sobre o estilo.
Esse sim, é o atual melhor candidato a melhor disco do ano. O mais pesado, mais sincero e com permissão do trocadilho, o mais almado. Muita luz pra INFÂMIA! Fodam-se os recalcados!



terça-feira, março 19, 2013

Muito além do 38




Esconder daqui e valorizar dali, toda gordinha tem o seu jeito próprio de esconder os quilinhos a mais para se sentir mais segura. O Brasil mesmo sendo dono de inúmeros modelos de mulheres cheias de curvas, a ditadura da magreza ainda é voraz no mercado fashion. A boa notícia é que o histórico está mudando e a cada dia que passa o mercado intitulado Plus Size tem conquistado o apreço de lojas, blogs, coleções e lançamentos.
No melhor estilo faça você mesmo, resolvi desejar e mandar fazer meus próprios vestidos. Logico que minha mãe conseguiu garimpar uma costureira de mão cheia que acabou aderindo a ideia, até hoje recebo elogios de alguns que ainda uso.
Mesmo sem ta muito interligada com as tendências, não gosto de ficar fora de moda, é aí que aproveito as tendências, cores e modelos que estão nas vitrines com um prestígio de exclusividade.
Confesso que fico triste, entrar numa loja e acabar saindo com o que “coube” e não o vestido preferido. Mas é um preço que se paga por ser quem é ou do tamanho que é. Caetano Veloso diz que “todo mundo sabe a dor e a delícia de ser quem é”, acho que a mulher precisa entender que mesmo gordinha ela pode ser sexy e ao mesmo tempo estar bem vestida.
Na França as mulheres são magras por natureza, mas não abrem mão de uma alimentação calórica, já nos Estados Unidos onde a população está cada vez mais gorda existem fábricas de roupas de tamanho até 64. No Brasil, ninguém se liga muito na ABNT dos tamanhos, chego na C&A e tem blusas tamanho “GG” que deviriam ficar na seção infantil. O mercado brasileiro ainda é lento a essas evoluções, mas logo vai se tocar a ajustar seus formatos e esquecer um pouco da ideia de que a mulher precisa usar pouca roupa.
Outra ajuda na busca do fomento também se dá ao posicionamento de atrizes e cantoras que levantam a bandeira. Afinal de contas, quem se importa com o vestido de capa de bujão de gás da Adele porque na hora que a gordinha começa a cantar, meu amigo, tem pra barrar não. A Preta Gil veio pra Manaus outro dia com um vestido que até hoje eu sonho com ele... Um dia eu chego lá...

sexta-feira, março 15, 2013

Mais perto, mais longe...



Be A Bee by Air on Grooveshark 

Nunca me prestei a ler aqueles livros que dizem que homens são de marte e as mulheres de júpiter, não consigo entender as relações hormonais quanto a isso, mas o que posso afirmar é que muitos casais se aproveitam da “dessincronia” pra darem certo. E eu meio que de uma forma expectadora, tento me aproveitar ao máximo das experiências alheias para servirem de lição, caso aconteça [ou não] comigo.
Longe daquela balela de que os opostos se atraem, eu to falando de percepção, conhecimento para conseguir decifrar os sinais dados. E dos seres mais extremos se tiram os laços mais firmes. Mas é que no meio de tanta facilidade, tanta promiscuidade, porque não pensar que ele é mais um que "SÓ quer te comer".
A mulher precisa de bem mais que o um Manual doCafajeste pra entender que aquela relação só vai dar em choro. E perceber o momento de se aproveitar do sexo, porque não? Afinal de contas, ninguém vai querer passar muito tempo numa relação em que os corpos não se encaixam direitinho... testdrive já!
Na moral há quem diga que minhas relações são até modernosas, tenho certeza de que não me isento das meninices... eu não tento ser diferente mas tento me colocar como prioridade. Já me chamaram até de generosa... #euri
Não é a hora de concluir esse assunto, portanto, um processo de desintoxicação é diretamente proporcional ao esforço em não cair no vício. O tamanho da força é até incalculável, acho que só anos de experiência conseguem definir exatamente o que é.

Notaram que tô me modernizando em relação ao blog. Agora todo post vai ter uma musiquinha pra servir de trilha sonora do texto.  Enjoy!


segunda-feira, março 11, 2013

Da série “tudo que ela gosta de escutar” [mentira, não tem série]...



Quando a mulher é bem comida a história dela se transforma. Tudo flui bem de levinho e fica fácil convencê-la até do que pode parecer absurdo. Com a gordinha a luta para esse estágio se manter firme não é assim tão pequena. Aí ela quando arranja alguns tipos de caras tem algumas conclusões:
Os tarados: que é aquele tem uma tara por mulher com muita carne, barra de rolagem da sessão de filmes pornô é bem pequenininha, consome alto conteúdo de putaria gordinha e quando pega uma absurdamente a tara pelo corpo delas. Isso dá uma mega inflada de ego, afinal de contas, que mulher que não quer se sentir valorizada? O cara come com gosto, come com fome, que nem ela. Aí é foda, porque se come direito a mulher gama e gruda no pé, coisa que mesmo ela sendo de “pedigree” ele não quer.
Os breacos: quando dá no fim da balada, todos os amigos dele já beijaram várias, uns até se arranjaram por lá, e ele nem se tocou que passou a noite enchendo a lata. Sempre imediatamente aparece uma gordinha meio fogosinha com cara de carente afim de dá pro cara. Ela não se importa se ele acabou de vomitar, se o desodorante venceu ou se o cara não para de chama-la por outro nome. Ela ainda pega o cara e fica namorandinho, tratando com respeito e tals.
“SÓ” basta ser mulher: esses eram aqueles que faziam bully nas gordinhas no tempo de escola e hoje ele defende a ideia de “mijou de cócoras ta valendo”. A gordinha ainda se ilude mas ela morre de medo dele dar uns “humilho” nela. Ele faz do jeito que ele quer, termina a hora que quiser e ela às vezes fica na mão (literalmente).
Gordinha geralmente é amiga dos caras até  dos gatinhos, o que faz ela muitas vezes servir de cupido. As amigas dela sempre pegam os amigos e ela sobra. Mas é ela que puxa o assunto e descontrai quando tá meio tenso.
Ultimamente eu não tenho me apaixonado exatamente, eu tenho me encantado com as pessoas. Não sei os homens, acho difícil, mas mulher se encanta com homem inteligente. Homem que escreve com certeza separado, que sabe falar, que é bem humorado.
Aí quando conheço um cara assim, fico logo encantada, pouco tempo depois de sensualizar toda semana com ele. Mandava fazer novos vestidos, maquiagem, cabelo bem tratado tudo. Até que numa bebedeira ele confessa que é viado. Poha, síndrome de todo homem legal é viado. O legal inclui bem educado, bem humorado, bem empregado, bem apresentável, tudo que qualquer mulher queira. E o pior, é que depois disso, ele ainda dá umas correspondidas como da outra vez e chega a ser traumático.