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terça-feira, dezembro 03, 2013

Vem aí a mais nova edição do Prêmio Xibé

A correria tá grande mas eu não esqueci disso aqui não! Meus leitores queridos! Estou com novos planos, novas ações e a vontade de crescer profissionalmente só aumenta. A boa nova, vocês podem conferir pela matéria do Lennon Jorge do Diário do Amazonas. Em breve postarei um pouco dessa evolução!


quinta-feira, outubro 10, 2013

ócio


um ocio criativo, me faltam palavras, o que me cala?
já nao fazem mais boas saudades
copo vazio, nó nos olhos de um meio dia escuro
estalos sou sol 
Qual o prazo de validade da dor?
Na dança, na transa, na trança
onde está? 

quarta-feira, setembro 04, 2013

É bom para o moral!


Tentei resistir em escrever esse post mas analisando melhor, conclui que foi uma grande experiencia na minha vida e vale a pena ser compartilhada. A situação aconteceu no ultimo dia 09 de Agosto com uma visita ao Completo Penitenciário Anísio Jobim, o famoso Compaj. Acordei antes das 6h para conseguir me arrumar a tempo de pegar o bonde que iria com meu amigo MC Fino e seus companheiros de grupo, Mensagem Positiva.
O grupo ia se apresentar, pregar a palavra de Deus e fazer umas brincadeiras “free style” com palavras e expressões escolhidas pelos detentos. A situação foi formada por conta da “Semana do Presidiário” e essa era uma das atividades culturais promovidas por um professor de Educação Física que cuida da programação esportiva de vários presídios.
A expectativa sobre o sucesso da visita exaltava nas atitudes de cada, eu, ia apenas registrar o momento, mas logo na entrada fomos impedidos de entrar com câmera e até o notebook que ia ter as bases foi impossibilitado de entrar. Pressão hein?
Pressão mesmo eu senti na hora da revista, oras eu já tinha ido ao Compaj, acho que foi em 2006, levei os filmes do festival Um Amazonas pra rapaziada voltar e a experiência tinha sido muito tranquila. Alguns anos depois, o clima tava pesado e sem que eu pensasse ‘no que estava acontecendo’, eu ouvi um “!” e segundos depois tinham aproximadamente umas 17 mulheres tirando a roupa e se abaixando várias vezes.
Ainda sem entender direito, eu toda enrolada, também tive que tirar a roupa. “OH SHHHIIIT!”. Tava de meia, tênis, calça jeans.. levei quase 2 minutos pra tirar toda a roupa e por de volta. Mas nem morri, mas confesso que fiquei tonta com aquele cheiro de “prikito” que exalou imediatamente.
Passado o susto, as apreensões de equipamentos, estávamos prontos para entrar no primeiro pavilhão que foi o de numero 3. Os caras tavam se preparando pro campeonato de futebol e dominó que tava rolando valendo uma caixa com 50 picolés da massa. UI! De primeira, o grupo deu um show, a emoção foi grande e sensibilizou a maioria dos companheiros de cela.
Ali eu vi que não é exagero a expressão que diz “instrumento de Deus”, e aqueles caboclos eram sim, excelentes ferramentas. Na hora do “free style”, a matemática era a seguinte, a pessoa falava uma palavra e o Fino rimava em cima, de acordo com alguma definição positiva. “Liberdade” foi a primeira palavra citada por todos os pavilhões, em seguida, palavras como “Justiça”, “Família” e “Paz” também foi muito repetidas.  
Cheguei a trocar ideia com vários deles, claro que não falei direito quem eu era justamente para que eles não se assustassem com a minha “função” ali. Aprendi várias expressões e termos usados para ele, assim como os filhos, mães e esposas que também estavam ali, afinal de contas, o dia também simbolizava uma visita e entrega de alimentos, eu me senti a vontade, como se estivesse algum parente, mesmo conhecendo alguns deles pelas matérias dos jornais.
Diante de todas as rebeliões, fugas e terrorismo que tem rolado nas cadeias, eu não consegui ver como um lugar hostil, nem mesmo após a fita que aconteceu no final da apresentação dos meninos...
Cada pavilhão tem a sua cara, um tem mais esportistas outros tem mais artesãos, naquele mesmo esquema ‘Carandiru’, uns trabalhando, outros só fumando e outros com o movimento quente. Enquanto circulava lá, só acompanhava a quantidade de comida que chegava. Não tem miséria na cadeia! Era pacotes de pets com seis barés adoidado, salsicha pacaralho, carne, miojo... muita coisa!
Se eu estava a vontade ali naquele ambiente mesmo cheio de grades, imagina as crianças? Vi filhos de detento se trepando nas grades que nem o homem aranha. Consigo imaginar até a rotina de “visitar o papai na cadeia”, cheguei a ver até “pai e filho” detento. Por isso que volta né? Vai vendo...
A aceitação dos caras com as musicas de rap gospel dos meninos era muito grande mas melhorou ainda mais quando foram para a mesma língua e o “Vida Loka” entrou em cena. Seja velho, novo, pai, filho, doidão, desdentado e até os evangélicos, TODO MUNDO sabe as letras dos Racionais MCS decorado. A rua é noix? Hauhauahau
Os caras representaram, sabem ouvir, sabem falar, são tímidos dentro das ruas realidades, mas até quando um irmão toma uma atitude errada, desnecessária, ninguém condena. Os caras da igreja se ofenderam quando a língua da rua tomou o microfone, intolerância é triste? Mas às vezes é o único jeito que funciona no eixo, extremamente! Vai entender hein?
Lá me disseram que a cadeia não tem mais “xerife”, cada um tem o seu representante a se portar, mas não é bem o que a gente ver por ai em relação às facções, o ruim é que o governo fica que nem uma barata tonta sem saber pra onde ir e enquanto isso os caras ficam lotando as celas. A realidade é a mesma de todo o Brasil, em cela que cabe 7 tem 15.
Sem querer parecer filosofia de Tiririca, mas é notável ver que “quem tem, tem”, e quem não tem, já sabe... Uns carinhas com naipe do finado ‘Seu Flor’ da Grande Família, vestido como se estivesse em Aruba. Também vi a moçada com camisa do “Compensão do Compaj”, queria ser convidada para participar de um campeonato de futebol da cadeia. Consigo só imaginar como deve ser a emoção de cada partida, aposto que deve botar no chinelo os jogos que rolam lá no Clube do Sesi, hein?
Não quero mais me alongar, claro que tem coisas que só minha memória gravou, imagens e palavras que ouvi que só quem estava lá pôde sentir a energia que aquelas pessoas passam. Fique claro que eu acredito na recuperação das pessoas, eu acredito na igreja como fonte de salvação mas só a mente humana pode ser responsável pelo sucesso de alguém.
Muito grata a tudo! Um Salve pro meu irmão Marcio Cruz, vulgo DJ MC Fino que tá aniversariando hoje! Um anjo de Deus! Que amo e desejo todo sucesso do mundo! LUZ!


quinta-feira, julho 18, 2013

O dia que os roqueiros não viram o rock



Eu to ligada que muita gente espera o post seguinte ao dia mundial do rock, quem dera eu estar mais feliz por ter presenciado a mais um momento histórico na música amazonense. Mas nem é bem assim, eu nem achei tão divertido esse ano. Mas vamos por parte, a partir do momento em que eu cheguei.
Não é sempre que o dia 13 de Julho cai no sábado e por infelicidade esse dia eu tava trabalhado, consegui ser liberada por volta das 17h, ainda dei uma passadinha na casa da avó pra tomar aquele suco de caju com torrada e cheguei La somente no show da Espantalho.
De cada já fui ficando impressionada com a multidão de roqueiros que brotara do ano passado pra cá, quando fui ficando há cerca de 100 m do palco eu já podia sentir a energia que aquela banda tava transmitindo naquele momento. Mano, eram mais de mil pessoas ensandecidas ouvindo e cantando (alto) Amanhecer Dirigindo... Foi foda, se alguém aqui já presenciou um momento desses, mesmo com outra banda, por favor, diga aqui, porque comigo, foi a primeira vez.
E olha que eu sou super de banda com a Espantalho, mas eu adoro, divulgo e pelo menos achei uma excelente ideia terem colocado pra tocar. Foda foi o Seta cagando o pau e impedindo de tocar o bis... Me lembra aquelas tretas que rolavam desde os tempos do Fronteira Norte que as bandas mais legais tocavam em horários escrotos e a banda do organizador é no melhor horário.
Em seguida foi a vez dos meus queridos da Playmobils, depois de anos de muita pegada esse powertrio não deixa ninguém parado. Queria eu ter tido bateria suficiente pra filmar o show e a roda monstra que foi se formando no decorrer das músicas. O show foi excelente, um dos melhores shows que vi da banda, engraçado, um assédio até a Carol. Hahahaha Super divertido essa energia da galera!
Trapos Velhos tocou em seguida e me fez afastar do palco, não é nada pessoal é que eu realmente não tava curtindo aquele som. Coisa de gente fresca mesmo, mas é que hoje em dia as coisas estão tão pra frente que não dá mais pra brincar de ser rock star.
Voltei a prestar atenção ao palco quando a Jarakillers começou a tocar, gostei da volta da banda, achei um gás bem legal, só precisaram de mais tempo de ensaio, mais entrosamento, segurança que os shows podem dar à banda. Já estava cansada, o lance dos dois palcos ficou muito legal mas é realmente muito longe, as pessoas precisavam priorizar de que lado ficaram porque ficar pra lá e pra cá toda hora, ficou meio cansativo.
Com a promessa da continuação do evento, eis que a maior cagada que eu posso ter visto ao lado dos 15 anos de organização da equipe para o dia mundial do rock. A bilheteria era liberada, afinal de contas eles tinham recebido verba pra fazer a festa e ainda uma continuação “para convidados”, no Nativos Bar.
O calor era de matar e o bar não estava equipado sequer com um copo d’água, cerveja ou refrigerante ela luxo. Ai chegou o senhor que se disse organizador do evento, com um taxi contando os equipamentos para enfim, aproximadamente cinco minutos do fim do dia mundial do rock.
Não contrataram bar, não contrataram som e ainda queriam cobrar R$10 por pessoa com a desculpa de pagar o “som”. PAUNOCU! É lógico que ninguém ia pagar, era dia mundial do rock mano, todo mundo queria se drogar, se agarrar, rolar no chão, fazer o caralho, menos pagar. E as pessoas não paravam de chegar, a banda derradeira a se apresentar era meus amigos da Infâmia que estavam desde cedo, de prontidão esperando para tocar.
O show foi até legal mas a pirataria que ele saiu deu uma brochada, mesmo assim, ainda era possível ver os gatos pingados que continuaram lá mesmo diante de toda secura, calor, silencio e escuridão que tava o lugar. Muito triste, um cara ficar mendigando dinheiro por não ter feito o próprio trabalho, coisa minutos antes se orgulhou de que “há quinze anos ele organiza aquela merda”.Se liga nas estruturas do evento, vide foto acima!
Posso ser saudosista e até barrista mas é que eu gosto dessa data, quem acompanha esse blog aqui sabe que eu não deixo de ir justamente pra conhecer e ver os roqueiros entocados dessa cidade. Conheci pessoas, fiz amigos nessa data, presenciei cenas de meus amigos em situações divertidas e até deploráveis. Não queria que ficasse escroteado desse jeito!
Eu não quero tá nessa cidade para ver o Dia Mundial do Rock de 2014 mas se estiver, com certeza esse cara vai ser bem cutucado se continuar fazendo essas merdas, festa antidemocrática, irresponsável, que nem a maioria desses bucetas que assumem as casas de show e acabam assassinando pouco tempo depois.

sexta-feira, junho 14, 2013

A cidade muda que não muda



Sexta-feira passada fui ao Sinetram mais uma vez, não tenho saudades do tempo em que trabalhei lá, a não ser pela tapioca que a dona Maria fazia, clandestinamente deliciosa e pela bagatela de R$1. Eu fui tirar mais uma via da minha carteira de vale transporte, que pela quinta vez eu perdi...
O preço da passagem de ônibus é algo que realmente me incomoda, principalmente por conta das condições do sistema. Quando eu falo em condições é bem mais com o preparo e preocupação dos profissionais e mesmo com a redução de R$0,10, os estresses ainda são constantes.
A síndrome de impunidade ainda persegue os funcionários “públicos”, não existe um amor ao ser contribuinte, ao servir ao governo. Afinal de contas, quem é mesmo o governo? Pra mim, desde os tempos que a passagem era r$1,50, os extravios sempre foram absurdos, até hoje tem ônibus com placa de Curitiba, Rio de Janeiro e circulando por aqui, com a vista grossa do Detran/AM.
Claro, o ‘motora’ tá pouco se fodendo pro jeito como aquele ônibus chegou até ali, muitos deles ficam até espantados por muitos deles ainda estarem funcionando. Os que não estão, eles escondem as carcaças dos ônibus embaixo da venta do amazonense e ninguém faz nada.
É como a lei que os motoristas do 203 inventaram em passar por dentro do conjunto no ultimo ônibus, ignorando pelo menos três paradas que ainda estão na Torquato. O 007 então, passa como se fosse um favor pra você. E você desce onde ele quiser, não importa se for há quatro casas da parada certa. Isso acontece diariamente comigo há anos, já gritei, já xinguei, já tentei falar baixo, já tentei convencer o cobrador a ficar do meu lado mas nunca mudou.
Uma vez, há muito tempo, conversando com alguns amigos, divagávamos sobre uma possível manifestação de moradores da zona Leste. Tacar fogo em ônibus, destruir viaturas, depredar propriedades particulares, enfim, promover a desordem.
Mas eu duvido muito que esse seja o povo de Manaus. Aqui, uma manifestação participa bem menos de 50 pessoas e mesmo com os gritos de ordens afiados, não conseguem nem mexer o ponteiro da indignação.
O povo de Manaus assiste os rachas e pirotécnicas das iluminadas viaturas de polícia, há quem dica que os PMs estão aprendendo até a empinar as motinhas hotweels em plena avenida Noel Nutlles. Duvido que as câmeras do ciops tenham registrado isso, possivelmente aconteceu durante a troca de presentes do amigo oculto de final de ano do efetivo noturno.
Eu já sei que a policia que bombardeia, bate, agride, é a mesma que passa a semana inteira fumando pasta-base de cocaína dentro do mitsubish do (R)onda no Bairro. Afinal de contas, deve ser muito legal ficar zurado do lado de dentro das luzes.  

quinta-feira, junho 06, 2013

Homem com síndrome de mulherzinha!




Mesmo de longe, admirar uma pessoa tem lá os seus mistérios, que podem ser confundidos com valorização profissional e até atração física, fica bem próximo do que conhecemos como tara. Existe aquelas que mesmo sem nenhum contato físico já explicita uma vontade, fato que não se comenta nem com o melhor amigo.
Deixa lá, guardado, como uma semente no deserto a ponto de cerca de dez anos cair uma gotícula de água e volta a reviver mas só algumas doses de adubagens pode fazer ela virar alguma coisa. Pode até se confundir também com o amor platônico, aquele do desejo e nunca da atitude.
Pela situação, conveniência, afinidades e até opção sexual existem inúmeros motivos que deixam claro para a segunda pessoa de que aquela reciprocidade não rola. Podia até ter rolado, no passado, quilos ou músculos a menos, mas not today.
A confirmação demora pra vir e tudo vira assunto, desde o primeiro contato ou uma opinião, tudo vira motivo para ser mencionado. Como uma ilusão de menina de 15 anos nos primeiros passos de uma paixão. Até que são os primeiros passos de um caminho que ainda nem existe, nem hoje e nem nunca.
Uma ação chama mais atenção do que uma mulher de calcinha deitada na cama sendo vista pelo buraco da janela, fato que se ela tivesse totalmente despida não seria tão instigante. A vontade do desejo é maior que a necessidade da saudade, ish, parece filosofia barata ou música do Amarante...

terça-feira, maio 21, 2013

O dom e habilidade no jabá



E lá se vai mais um assunto polêmico, mas na real, nem é tanto assim. Esse assunto é um mercado bem fácil de ser identificado e quase não é mal visto entre os profissionais da comunicação. Pra quem não sabe, também é chamado de jabá aqueles ‘agrados’ que são feitos por empresas, políticos ou entidades a alguns jornalistas, editores, colunistas sociais e donos de veículos de comunicação.
O nível do agrado depende muito da popularidade do jornalista em parceria com o grau de magnitude da empresa. Algumas fazem festas de confraternização para imprensa no final do ano. Há quem diga que isso é se vender por um prato de comida, outros que argumentam com a opção de ganhar de prêmios e viagens aéreas, um ou o outro, eu vou em algumas porque sei que sempre reencontro ex-colegas de trabalho, faculdade e até ex-professores.
Já tive oportunidade de receber uma grana que por ingenuidade da fonte, achou que é “desse jeito que funciona”. Na hora, eu dei um sorriso simples e disse que ele não precisava se preocupar que a satisfação dele depois da matéria publicada era meu pagamento. E até é, quando existem inúmeros cargos fantasmas em assessoria de políticos e ao mesmo tempo, mantém intactos suas vagas nas redações. Até nisso é definido pela popularidade do jornalista.
Uma vez eu fiz uma matéria com uma cantora, peguei o flyer e como não tinha onde ouvir o CD, deixei dentro da bolsa. Era véspera de feriado e eu estava de folga, fui com uns amigos tomar um banho de cachoeira em Presidente Figueiredo, na volta da viagem, soltei uma piadinha do tipo: “to enjoada desse som, põe isso aqui”, e quando abri o CD da mulher, tinha R$50 dentro. AH! Moleque! Confesso que esses 50tinha morreu de colar, eu tava lisa, tinha gastado uma grana na viagem, acabou servindo pra botar gasosa no carro do amigo.
Tenho um amigo que diz que no futuro eu vou ser mais uma, dessas que aceita e se contenta. Acho que não é pra tanto. Minhas contas são altas e muitas, mas o equilíbrio tem que ser feito. E a consciência sempre limpa. Porque pra mim, receber jabá em espécie ou não, é que nem babar-ovo. Isso eu deixo pros assessores de imprensa, colunistas sociais e relações públicas dessa triste imprensa manauara.
Conversando com alguns amigos jornalistas o assunto tomou conta da mesa, muitos condenam, acham o absurdo e outros assumem até que em alguns momentos os ‘agrados’ são inevitáveis. Eu acho um pouco triste pela parte profissional, porque o jornalismo propriamente fica esquecido e até alguns que sambam na cara dos que trabalham de verdade. Dos que gostam do que fazem e priorizam a noticia acima de tudo. Fico triste quando neguinho passa por cima da pauta e não consegue enxergar o que de fato é a notícia. 
A população por muitas vezes fica refém dessas verdades, na ‘inocência’ de que jornalista só trabalha desse jeito. Minha avó diz que eu devia ter arrumado um emprego, ao invés de um “trabalho”. Eu gosto e não abro mão, mesmo com as condições salariais. Criatividade é luxo e talento é raridade. Confere?