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domingo, agosto 07, 2011

Príncipe encantado na balada


Ultimamente tenho observado que grande parte das minhas amigas solteiras levam uma vida meio ‘cafas’. Pegar e não se apegar, dar na primeira noite, descartar possíveis bons partidos e preferir os conquistadores baratos. Grande parte da geração Y feminina foi criada de uma forma diferenciada do que há algumas décadas. Um exemplo disso pode ser resumido com a expressão “teu marido é teu emprego”.
Essa independência feminina tem conflitado com o tratamento de alguns homens, principalmente os tais ditos “machos alfas tradicionais” que foram programados unicamente para se relacionarem com aquelas amélias, moemas e mulheres sem muita voz numa relação.
No meu ciclo de amizades, há quem se submeta a isso, mas a maioria, principalmente aquelas que “optaram” também por estarem solteiras até hoje, se ferram com essas diferenças.
A questão de tratamento entre homem e mulher não é uma receita de bolo, as pessoas tem que aprender na prática mesmo. Muitas vezes até ter que apanhar muito para conseguirem chegar a um denominador comum.
O que rola sempre é que chega uma hora que elas querem sossegar. Quando chega domingo a noite e ela quer culpar a operadora do celular por não ter recebido sequer um SMS com um convite.
Quando a gente é adolescente, pelo menos uma vez por mês a gente é convidada para um aniversário de 15 anos porem quando a gente vira adulta, os convites mudam de assunto e os casamentos são ainda mais frequentes. E claro, ao lado do vestido novo e as horas no salão vem também uma enorme carga de inveja e esperança de “quando será a minha vez?”.
Tem gente que pode até negar, mas todas as mulheres  pensam nesse momento. O que eu não consigo entender, e aí eu questiono a vocês leitores, porque as mulheres solteiras pegadores independentes modernas e todo bla bla bla século 21 procuram os tais ‘caras’ certas numa balada?
Claro que pode ser que encontre essas coisas ninguém prevê, mas a probabilidade é muito pequena. A frustração é instantânea principalmente o cara (peguete e futuro namorado em potencial) nunca vai levar a mina que tava de shorts jeans, sandália de salto alto, top decotado e maquiagem carregada numa balada. Principalmente quando a mulher dá moral de cara e até faz sexo no primeiro dia. Ilusão né? Mas é a realidade.
Minha sugestão é que procurem ser mais seletiva, misteriosa, demonstrar essa modernidade em atitudes mais favoráveis. Afinal de contas, se você paga de mulher do século 21 vai querer dividir a conta do restaurante no primeiro encontro. Tá bom, o primeiro ele paga, mas no segundo, terceiro, motel... Esse papo de esqueceu a carteira ou ‘só tenho cartão’ é feio.
Isso sem contar com a valorização pessoal e o amor próprio que nem precisariam ser mencionados aqui né?

Um comentário:

Aline Cabral disse...

O cara da balada não pensa em namoro sério, principalmente se a mulher está ali disponível... Procurar lugares tranquilos como um supermercado pode ser uma boa dica rss. As mudanças acontecem, o mundo muda e as mulheres sempre com a história.. 'quando será a minha vez'. As coisas acontecem quando tem que acontecer!!!:)