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sexta-feira, maio 27, 2011

Pompôo? Pompoarizo? Ou Pompuo?

Parece que essa história de falar putaria na internet realmente dá popularidade, não é exatamente isso que eu quero nesse blog, mas é sempre bom quando as pessoas leem as besteiras que passam pela sua cabeça.

Essa semana eu fui num curso de "sedução e sensualização" por uma especialista em pompoarismo. Fiquei  surpresa com a quantidade de pessoas que foram no evento, principalmente porque o ingresso custava R$100.

Acheio curioso o jeito serelepe como aquela centena de mulheres estava, altamente ouriçadas quando a palestrante falava alguma coisa sexual. Mas aí, depois eu conversando com algumas pessoas, eu percebi que fora o tabu que existe em falar de sexo, fazer sexo é tão tenso quanto. Conheco mulher que nao goza mesmo sendo casada e nao se preocupa com isso. 

As pessoas falam tanto em orgasmo que talvez muita gente nao saiba identificar quando tem um e acaba passando batido ou parando no estagio em que ainda nem O MELHOR momento.

Parte da culpa deve ser dada aos homens ligeirinhos mas também a própria mulher se anula e ainda abre mão do prazer próprio. Vai entender os "comprecsus" que as pessoas tem ne?

Outro dia eu tava conversando com um amigo e tava tentando explicar a diferença entre transar e gozar na prática e de acordo com o meu cotidiano. Isso tem tudo a ver com autoconhecimento e curiosidade. Isso parece tão obvio mas não acontece muito na vida de algumas mulheres que eu conheço.

O gozar pode ser unicamente automático e instaneo, dependendo da vibe, pensamento e ação que ta formando, isso, tando ou nao com um parceiro.  Vai no lance que as pessoas dizem que as mulheres solteiras precisam ter sempre "em mãos" os famosos consolos. Hehehe há controversias...

A mulher pode se matar na siririca ou nem pensar em sexo quando tá sem ninguém mas o contato a dois, homem e mulher é infinitamente mais prazeroso. O cara pode até não ser muito empenhado mas a atitude, o cheiro de desodorante cinza, o movimento repetitivo que chega a ferir, a respiração ofegante, a tara, o fogo, a pressa atrapalhada e até o silêncio que sucede o ato contam.

Quando eu tinha uns 13 anos, um amigo meu me ensinou uns exercícios básicos de pompoarismo, claro que ele nao deu esse nome, nem lembro que nome que ele deu, mas enfim, talvez se eu tivesse começado naquela epoca hoje em dia eu já seria capaz de expelir uma bola de pingpong da boceta. Hahahah Papo! Ou não. Depois de outras técnicas mais explicadas, vai ser uma pratica que eu devo começar mas só vai ser aplicado se o cara merecer. HAHAH

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