quinta-feira, abril 11, 2013

Só não me xingue!

Desde os tempos do orkut e agora o facebook veio com força total para popularizar frases de letras do Cazuza, Renato Russo, Chorão, heuheue  entre outros. Eu não vejo como uma banalização negativa, mas o que acontece muitas vezes é certas frases merecem mais reflexões do que simplesmente a propagação.
A questão da identificação é o que bate forte. Tem uma música dos anos 80 que faz muito sentido pra mim. Quando o Cazuza diz que “quer a sorte de um amor tranqüilo com sabor de fruta mordida”. E só esse inicio já me faz passar horas pensando sobre que fruta mordida é essa.
A minha sorte seria da experiência, da maturidade, da segurança. Um amor que te protege sem machismo, um carinho verdadeiro mesmo que ele possa parecer bobo.  Um amor que confia por que sabe que fidelidade é uma questão de caráter.
Outro dia conversando com um amigo que é casado há dez anos com a mesma mulher, ele tava falando sobre como lida com ela, chega no local sabe o que ela vai pedir mesmo sem nunca ter olhado o cardápio. Por mais que ela naquele dia não queria aquele prato, ela acaba comendo por não questionar a ação dele.
Claro que quando o casal chega a esse nível de intimidade realmente não há muito o que questionar, afinal de contas, como diria Agenor de Miranda Araújo Neto, quando acaba a gente pensa que ele nunca existiu.
Parafraseando agora o Criolo, eu dou licença pro amor, deixo ele entrar e amando eu me acalmo e me desespero. Me encanto e venero. Mesmo que no fundo, chegue a pensei que quero só a paixão. Fogo e segredo.

segunda-feira, abril 08, 2013

O curioso caso do manja-rôla do Carrefour


Quando eu tava na faculdade passava praticamente 2/3 do dia perambulando pelo Centro da cidade. Isso me rendia várias aventuras, mas uma na qual eu sempre tive curiosidade de participar mas biologicamente seria inviável é o contato direto com o “manja-rôla do Carrefour”. Nunca o vi pessoalmente, não consigo nem explicar como ele realmente é, mas de acordo com depoimento de alguns amigos, ele realmente existe.
O Centro em qualquer horário ou dia é um ambiente de muita pirocação. E eu aprecio de longe, juro. Mas to ligada que tanto em vestiários, banheiros públicos, terminais de ônibus e até supermercados, sempre tem um desocupadinho ali no banheiro afim de manjar uma rolinha.
Imagino que todo homem, seja ele bem dotado ou não, já tenha passado por uma situação como essa. E dependendo do dote do rapaz, já até recebeu alguma proposta. O que deixa a situação ainda mais engraçada. Afinal de contas, se acontece é porque alguém cai. Mas não me foge a imaginação da pessoa que vai mijar e acaba gozando durante a viagem.
O manja-rôla do Carrefour já foi denunciado pela policia, acredito que deva ter algum funcionário do supermercado que segura as broncas dele. A lenda se propagou de uma tal forma que até surgiram outros pupilos no DB (do outro lado da rua) e no banheiro publico que tem ali perto do Relógio da Matriz.
Há quem afirma que os adeptos do voyerismo são vítimas de muito preconceito, porque quem olha, observa e fica atento a cada movimento, tem a sua forma de sentir prazer. Mesmo que não haja toque... Como pedir, sugerir e até [quem sabe] pegar no membro do colega.
Diante de tantas lendas sobre o banheiro feminino, confesso nunca ter ouvido falar em alguma “manja-xana”. Seria tosco demais, tá no desconforto de um banheiro publico, no equilíbrio de acertar a privada, com as pernas torneadas [quem é mulher sabe do que eu to falando] e ainda se deparar com um olhão por cima da cabine. Tenso demais!

quinta-feira, abril 04, 2013

A encantadora tara masculina por peitos



Já comentei em algum post anterior o quanto é legal pr’uma gordinha saber que o cara tá comendo com gosto, do tipo que se lambuza. E se tem uma coisa que dá mesmo para se lambuzar é com as peitcholas.
Rosinhas, begezinhos, marronzinhos e até roxinhos, mamilos são sempre mamilos! E desde cedo, desde as boladas na aula de educação física até as primeiras sintonias do rádio, as mulheres já sabem o poder e intensidade que o mamilo tem.
E logicamente todas GOSTA de carinho, mordida, lambida, chupada, de todos os jeitos. Tenho um amigo que é viciado em peitos, baixa vídeos e nem se importa com o final, o que ele quer mesmo são os redondinhos.
Eu curto os meus, sempre curti desde moleca, agora que to perdendo alguns quilos tenho visto que até eles estão mudando, isso me deixa um pouco apavorada e nem descarto a possibilidade de colocar uma prótese de silicone. [atenção patrocinadores!].
A demonstração começa a partir do decote, uma mulher que se preza sabe bem usar um bom decote. Eu tenho poucas roupas que não são decotadas e nem me incomodo com isso. E não uso porque os mano PIRA, mas é uma questão de preferência mesmo.
Outro dia aconteceu uma cena engraçada comigo, em pleno busão. Tava com um vestido rosa um pouco frouxo, o que formou um decote ainda maior, quem gostou muito foi um trabalhador que mesmo morrendo de sono arregalou o olho do cu pra enxergar melhor o que tava dentro do vestido. Hahaha

terça-feira, abril 02, 2013

R$3 TÁ FODA!



Pontuo meu crescimento com base em algumas conquistas que tive ao longo de minha vida, uma delas aconteceu aos 11 anos, quando passei para 5ª série tive o aval para voltar para a escola de ônibus. O que por si já era uma aventura, andar da rua Duque de Caxias pela Avenida Sete de Setembro até a Getúlio Vargas. Na época, a carteira de estudante era branca e o passe-estudantil era de papel, colorido, destacável e custava R$0,75.
 Quando eu tava com um pouco de pressa, pegava o alternativo que não aceitava passe e a meia passagem era R$1, os ônibus eram todos velhos, rabiscados e fedendo a suor mas eu gostava de ir assim mesmo. Foi nessa época mesmo que participei [fazendo volume] de uma manifestação de estudantes na praça do congresso sobre o possível aumento da meia passagem. Ia ser a partir de então, R$1,05. Daí as coisas já não eram muito fáceis.
O tempo foi passando e a reclamação sobre a precariedade dos ônibus, demora das rotas, falta de sincronia dos horários, manifestações, protestos, ônibus queimados [não, isso é coisa de paulista, amazonense tem preguiça de se envolver]. Isso sem contar com o preço, cada DIA mais alto. Um exemplo disso são os ônibus alternativos que custa R$4,20 e são de péssima qualidade.
No último sábado, foi o primeiro dia que R$3 passou a ser a tarifa do busão em Manaus. Eu peguei ônibus logo cedo e era latente a insatisfação das pessoas. Começando pela cobradora, que forçou um “bom dia” grave pra vê se aquele gelo era quebrado. Mas ainda assim, a tristeza estampava o rosto das pessoas.
Esse era o choque de ordem que o prefeito anunciou nos primeiros 90 dias do ano. Onde a população pode enxergar que essa foi uma boa escolha? Difícil responder essa. Seria bem mais simples pagar R$1,50, mas nem sou mais estudante. Pego pelo menos quatro ônibus por dia, me beneficio da integração temporal mas mesmo assim eu preciso afirmar que TRÊS REAIS TÁ FODA!