domingo, dezembro 12, 2010

Nowhere Boy


Mesmo após 40 anos, os Beatles ainda estão em toda parte. Como no final do ultimo mês em que o Sir Paul McCartney reuniu 170mil brasileiros em um show emblemático. Outro exemplo disso é do filme “Nowhere Boy” de Sam Taylor-Wood, que estreou final de semana passado no Brasil.
A adolescência do líder dos quatro garotos de Liverpool foi contada de maneira jamais vista pelas telonas. Engana-se quem pensa que este filme é mais uma biografia beatlemaníaca. O ator Aaron Johnson interpretou John Lennon, no filme que está longe de ser um campeão de bilheteria e por muitas vezes, o expectador até esquece que aquela é a história de um dos maiores ídolos da música mundial.
Cruel e cheia de conflitos, a juventude do inglês é retratada de acordo com o ponto de vista de suas meias-irmãs. Julia, a mãe biológica citada em músicas como a de mesmo nome ou “Mother”, enfim, é apresentada de maneira mais delicada e minuciosa. Afinal de contas, por mais que o jovem tenha sido abandonado pela mãe na infância é por culpa dela que a ousadia e o rock n’roll começaram a fazer parte da vida do garoto. Podendo dizer assim que a genética é responsável pelo talento propagado por tantas décadas.
A trilha sonora nos faz associar à musicalidade e base sentimental de quem estamos falando. Seja do blues clássico do carinhoso Tio George quanto a espontânea atitude rock n’roll da mãe Júlia.
A propósito, esqueça o ‘nerd atrapalhado’ de Kick Ass, a caracterização e atuação de Aaron permite até que façamos uma viagem no tempo, como se pudéssemos observar de longe cada situação vivida por Lennon.
Um ponto emotivo do filme é educação da sufocadora tia Mimi, fato até justificável diante de tantos conflitos na vida de John. O maior ponto pode ser dado é com a morte de Júlia em um acidente de carro. Fato que marcou a transformação de um adolescente sonhador a um futuro músico. E a aproximação do que futuramente seria mais latente da parceria do amigo Paul, peça fundamental do sentimento para a solidificação na musica.
Com a fotografia aveludada o filme não foge muito do que diz o título, ao contar a história de um garoto de lugar nenhum, com a diferença é que sabemos o que aconteceu depois que o filme termina.

domingo, novembro 07, 2010

21h47

Me deu uma vontade de atualizar isso aqui, mas não sei exatamente que assunto abordar...Na verdade esse blog já fugiu do meu controle, não tenho a menor ideia de quem são as pessoas que frequentam isso aqui e leem. Queria condensar muito das mudanças que aconteceram na minha vida ao longo desse ano. Mas ainda acho cedo, as palavras podem ser mal interpretadas e de alguma forma especulações e mentiras podem acontecer. Por enquanto vão ser só essas palavras mesmo... que simbolizam a vontade de escrever...

quarta-feira, setembro 08, 2010

9 coisas sobre mim

01. Quando eu tinha sete anos, tentei reproduzir um quadro que tinha na casa da minha avó paterna. Peguei meu primo materno que era da mesma idade que eu, e tentava explicar pra ele como era. Não consigo lembrar o porquê eu queria fazia, aquele quadro me chamava atenção de algum jeito. Ele era feito em carvão, um casal enrolado por um pano de seda, a mulher tinha cabelos claros e longos e homem tinha o nariz afilado e músculos definidos.

02. Aos nove, eu encarnei que não queria mais usar franja, como não tinha menor noção, peguei minha tesoura do colégio (aquelas sem ponta de cabo preto), e cortei meu cabelo curtinho. Minha mãe fez um escândalo, isso foi quase no fim do ano, passei o Natal parecendo o Chitãozinho.

03. Muita gente já percebeu, mas eu tenho um cacoete de quando estou prestes a espirrar e com a mão direita dobrada, esfrego meu dedo indicador do nariz, como se estivesse ‘puxando’ o espirro. Não sei porque eu faço isso, mas se eu não fizer, o espirro vai embora.

04. Em 2002 ganhei uma guitarra em um sorteio de um workshop do Kiko Loureiro aqui em Manaus. Desde que recebi a guitarra nunca aprendi a tocar uma nota, até tentei comprar algumas revistas de música só que nunca deu certo.

05. Quando eu era pequena e ouvia as pessoas falarem ‘Se eu não me engano’ eu entendia ‘Seu Numingando’, e geralmente me questionava “Quem é esse Seu que as pessoas estão falando?”.

06. Meu primeiro celular era um startek da Motorolla, ele já tinha sido da minha irmã, não mandava mensagens e não funcionava só com a bateria. Poisé, ele era praticamente um telefone móvel residencial.

07. Meu aniversário sempre cai na Páscoa, em um deles, resolvi fazer bem estilo ‘guloseimas’, e comprei um saco de balão comprido na esperança de decorar a casa inteira com bichinhos e formatos. Como não tenho bomba, não consegui encher NENHUM e acabei passando a festa inteira com dor de cabeça de tanto fazer força.

08. Existem musicas no meu MP4 que desde quando eu comprei ainda estão lá. Algumas vezes eu quando chega na ‘hora delas’ eu mudo, outras eu ouço como se fosse a novidade.

09. Minha gata mais velha sabe de tudo da minha vida, quando eu não to falando fico pensando que eu to falando e contando tudo pra ela. Nunca fui muito de confiar nas mulheres, mas ela, eu sei que não vai contar pra ninguém.

quinta-feira, junho 24, 2010

Revista INTERA pra você!


O que é? Lançamento da Revista INTERA

Quando? No dia 26 de junho, às 19h30

Onde? No Espaço Cultural Valer, situado na Rua Ramos Ferreira, nº 1195, Centro (altos da Livraria Valer)

Quem? Shows das bandas Platinados e Ed Ondo.

Quanto? R$ 2 (grátis um exemplar da revista)

Contatos: Thiago Hermido 9110-1198

Renata Paula 9189-3607

terça-feira, junho 08, 2010

Sobre as rodas de pogo


A insonia me faz ter vontade de escrever e como faz tempo que eu não posto nada por aqui resolvi dar uma atualizadinha de leve. Vou ser breve por que estou um pouco cansada e preciso dormir, não que eu esteja com sono, lógico. Enfim, meu assunto é sobre as tradicionais rodas de pogo que acontecem nos eventos de rock em Manaus. Tomei vontade de escrever esse post no ultimo show do Matanza no Porão. Primeiro já gostaria de registrar que eu achei uma excelente ideia de terem afastado as mesas e bancos para trás, confesso que não vou com frequencia ao porão e também não sabia que os banheiros haviam ganhado uma reforma, cheirinho de limão foi quase inacreditável. Quando o Matanza começou, o calor já era grande mesmo assim me prontifiquei a ir lá pra frente (detalhe: estava de salto e tomara que caia, nada caiu :p). O show começou e seguiu até o fim com um repertorio porrada, e logo na segunda musica já pude classificar alguns naipes presentes na ‘roda’. Listarei-os:

Junkie pride for life style: eles curtem rock n’roll de verdade mas não necessariamente conhecem todas as musicas, são a maioria nas rodas , um dente ou o tênis a menos não vai fazer muita diferença.

Gordinhos tímidos:
Eles chegam ate treinar em casa, em alguma reuniãozinha com meia dúzia de amigos, uma ‘rodinha’ mas na hora do papoco eles preferem ficar só pelas beiradas.


Lango-lango:
esses são os ficam unicamente ficam na beirada, geralmente fica dividido entre prestar atenção no show ou na roda. Ae para não pegar um ‘tubão’ na lata, faz a linha lango-lango só dando alguns murrinhos nos ‘junkies’que tropeçam por ali


Gordões aloprados:
affe esses são um dos piores, geralmente estão suados, sem camisa e com uma cerveja cheia nas mãos. Se metem na roda só para causar e machucar algum roqueiro iniciante ainda de pernas bambas.


Mão-icanos:
esses são os mais divertidos, andam na diagonal, atravessam a roda com a mão na cabeça simbolizando um moicano e pronto.


Jiu-jiteiros:
esses não duram muito tempo numa roda ‘true’, acreditam que por serem mais fortes vão sair detonando mas acabam pegando algumas cotoveladas ou joelhadas e arregam da graça.


Playboys:
Em todo canto eles estão lá, num show de rock não é diferente. Além do nojinho de estarem suados com os corpos próximos, eles sempre arranjam um jeito de empurrar todo mundo, ficar bem no meio e com os braços molengas. No caso do show do matanza, eram maioria, para tornar a situação ainda mais engraçada. Um deles inclusive, até ficou nervoooosa quando alguém bateu nas costas dele.. “ui.. por trás não!”.


Verdadeiros fãs
: Precisava finalizar com eles, que queriam dividir-se em dois na maioria dos shows foda. Um para curtir a roda e outro para ficar parado olhando o show direitinho. Mesmo com risco de pegar um soco na boca, continuam cantando e pirando a cada musica que é tocada. Dificilmente se cansam e quase nunca arrumam confusão.
Claro, que no show do Violator por exemplo a coisa mudou um pouco de figura, mas essas personas são facilmente encontradas nos eventos daqui. Para não me alongar ainda mais, gostaria de frisar que no próximo dia 19, haverá o lançamento da revista INTERA, que será no Espaço Cultural Valer, a partir das 20h com shows das bandas Platinados e Ed Ondo.

Proximo post será em breve, prometo explicar tim-tim por tim-tim como será essa revista.

terça-feira, maio 11, 2010

Rock pra Valer traz mais três bandas em formato acústico



As bandas Tetris, Ed Ondo e Seaside são as atrações da quarta edição do evento


Rock 'n'roll no baquinho e violão, só no Rock pra Valer - Shows acústicos que traz para quarta edição do evento, as bandas Tetris, Ed Ondo e Seaside.

O evento acontece no Espaço Cultural Valer (rua Ramos Ferreira 1195, Centro - altos da livraria Valer), a partir das 18h. O ingresso para curtir os shows custa R$ 2.


Shows

A Tetris, apresenta as músicas do EP "Melhor deixar pra lá", lançado no início do ano. Já o power trio com camisas de flanelas e cabelos amassados da Seaside desligam a distorção para mostrar um novo formato musical à suas canções. E ainda, o hard rock com influências dos anos 90 da Ed Ondo que ganham acordes de violão.


Durante o evento, os stands da Dog Hot Dog Distro, distribuidora de CDs, DVDs, comisas e livros independentes (material que vc nunca vai encontrar nas lojas do ramo) e o Caboquês Ilustrado, empresa regional de camisas e acessórios com temática amazônica.

O Rock Pra Valer e uma realização da Paranoise Produções em parceria com a Livraria Valer e visa ser uma alternativa para bandas e artistas locais exporem seus trabalhos autorais no formato acústico.



Serviço:

Rock pra Valer

Sábado, 15 de maio

Livraria Valer

R$2

Informações sobre o evento: 9110-1198/9189-3607

sexta-feira, março 12, 2010

Rock pra Valer está de volta!



Several, Anônimos Alhures e Playmobils são as primeras atrações de 2010

O "Rock pra Valer – Shows acústicos" está de volta em 2010, desta vez para realizar três apresentações que prometem surpreender o público fã de música alternativa da cidade. Several, Anônimos Alhures e Playmobils são as bandas que irão se desplugar no dia 20 de março, no Espaço Cultural Valer (altos da Livraria Valer, na rua Ramos Ferreira, 1.195, Centro), a partir das 18h30, com ingressos no valor de R$ 2.

A Several apresenta o disco “Carma” ao som dos violões e de arranjos que os fãs, acostumados com o som pesado do disco, nem imaginam no formato acústico. Músicas como “Hiroshima”, “Estação solidão” e “Clímax” são só alguns exemplos que estarão no repertório do show.

A Anônimos Alhures, que desponta no cenário de bandas de rock alternativo da capital baré, apresentado seu rock de garagem com guitarra distorcida ao estilo power trio. Outro desafio para o grupo que nunca realizou uma apresentação ao estilo “banquinho e violão”.

Já o rock babaloo animado e dançante da Playmobils ganha versões em acordes de violão para o show do dia 20. Trabalho para os músicos que irão manter a mesma pegada dos shows ao elétricos, só que agora, em versão acústica.

A noite ainda irá contar com discotecagem e stands comandados por Bruno Uchoa da Dog Hot Dog Distro.

O Rock pra Valer é uma realização da Paranoise Produções em parceria com a Livraria Valer. O evento acontece a cada dois meses propõem às bandas da cidade desplugarem os instrumentos e realizar shows acústicos.

quinta-feira, março 11, 2010

Eca Festival - forte candidato a 'Fiasco do Ano'

Sempre eu esqueço que tenho que atualizar isso aqui. Não faço o tipo que esqueceu o blog depois do twitter. Mas é que geralmente usava o computador durante a madrugada. Depois que meu laptop deu game over, fiquei off line durante a noite. Enfim, o motivo do meu post foi praticamente prometido pela minha leitora fiel Rosa ‘Pikenices’ Moraes, o fiasco que foi o Eco Festival, evento que prometia mais de 20 bandas, entre locais e nacionais.

Autoramas era a minha preferida, ia matar a saudade no show também anunciado para sexta-feira ao lado de uma das minhas bandas locais preferidas, chamada Underflow. Os shows cancelados, perdi o motivo para ir, mesmo assim fiquei curiosa para saber quais seriam as remanescentes. Não quero falar dos shows em si, apesar de ter achado ducaralho o fato do Rodrigo dos Santos ter subido no palco mesmo sem banda e sem dindin no bolso.

Meu questionamento é quanto a uma produtora como essa, usando as palavras do meu amigo Anderson Mendes em relação ao cinema amazonense, aqui tem mais critico de cinema do que cineasta.

Daqui a pouco, terão mais produtoras do que bandas. Não que isso vá diminuir o grandioso ‘cenário’ local, mas será que essa é a hora de montar eventos assim? Minha outra dúvida é quanto o investimento da coisa como ela é. Afinal de contas, para qualquer empreendimento, não dá para querer nascer grande assim do nada. Principalmente quando já se furou com um evento há menos de dois anos, e ou, já pegou um pino de um outro evento.

Se eu quero que minha banda preferida toque na festa do meu aniversário, e meu pai tem dinheiro para bancar. Ótimo! Mas não rola fazer disso uma profissão.

Diferente de muita gente cricri que tem por ae, eu não tenho nada a ganhar com um evento furado como esse. Muito pelo contrário, eu como jornalista e produtora cultural, só tenho a perder. Afinal de contas, não é produtor A ou produtora B que vai ter o filme queimado. É na maioria das vezes, generalizado como a cidade de Manaus.

O João Gordo por muitas vezes contou que o Ratos não vinham pra Manaus há tempos, justamente por esse tipo de gente que promete as coisas e quando chega em cima da hora, fura.

E por aqui, a gente tem bastante exemplo de produtores 171, que já queimaram o filme da cidade quando se trata de eventos de fora. Triste. Quando for minha vez, posso pagar o pato

É realmente muito triste que isso aconteça por aqui. Eventos e situações como essa, vai deixar não só as bandas de fora, quanto o publico daqui descrédulo para proximos bons eventos.

Aí esclarece algumas coisas: É por isso que o povo ainda frequenta casas de shows, que oferecem bandas covers que tocam as mesmas musicas todos os dias da semana por muitos anos.

Outra. É por isso que neguinho quando reabre um bar, se diz outro nome mas nao faz nenhuma mudança significante e ainda cresce o olho quando tem um "revival"da vida, e se mostra pouco se fodendo para os frequentadores da casa, vendendo cerveja escrota, com valor triplicado e quente. Nao cuida de banheiro, iluminação e estrutura geral da casa.

Enfim, se você neste exato momento está pensando, "sim, e aí? ta falando mal mas o que tá fazendo para isso mudar?". Eu lhe respondo meu nobre leitor, mesmo sabendo que sou livre do direito de criticar qualquer tipo de manifestação. Tenho minhas contra-partidas, uma delas é o projeto Rock pra Valer que é produzido pela Paranoise Produções, na qual eu faço parte, em parceria com a Livraria Valer. Os eventos propoe as bandas locais que tem um material autoral, readaptarem suas músicas para versão acústica.

O primeiro evento desde ano, será no próximo dia 20, a partir das 18h30 com as bandas Several e Anonimos Alhures. E o ingresso no valor de R$2.

Um outro projeto que está encaminhado, é o da Revista Intera, esse eu falarei mais a frente, e também, como você leitor, pode contribuir com ela.

Por enquanto é só pessoal, peço que pensemos sobre a qualidade dos eventos que são produzidos na cidade.


domingo, janeiro 17, 2010

Sherlock Holmes - O filme


Diretamente dos clássicos da literatura britânica de Arthur Conan Doyle, "Sherlock Holmes" - que estreou último final de semana nos cinemas de Manaus - já é sucesso de bilheteria. A aventura arranca sorrisos e suspiros a cada peripécia do detetive inglês, vivido por Robert Downey Jr., mas não passa de uma produção mediana.

Engana-se quem pensa que na versão do diretor Guy Ritchie, Sherlock receberia uma caracterização sombria e intelectual. O cineasta do longa-metragem preferiu explorar as facetas como a curiosidade com a ‘mistureba’ química, prática de boxe e sua energia inacabável de estar trabalhando.

Na trama, o horripilante Lorde Blackwood é condenado a morte por sacrificar várias vítimas em rituais de magia negra. Após o enforcamento do vilão, Londres fica aliviada, mas meses depois é surpreendida com a ressurreição do bruxo. Dando mais trabalho para o Sherlock e seu fiel companheiro Dr. Watson (Jude Law).


Outro destaque do filme é a divertida relação entre Holmes e Watson, que inclusive está se despedindo dos casos e vai em busca de uma vida comum e dedicação integral à medicina e ao lado de uma bela esposa. O convívio é tão descontraído que o companheiro do detetive, nada mais é do que a condensação do equilíbrio e juízo na vida de Holmes, pois existem cenas em que o espectador não sabe até onde Holmes vai se Watson não estiver por perto. Emocionante!


Ritchie pode ter certeza que os anos ao lado de Madonna valeram a pena. A trilha sonora permite que o público possa viajar em cada nota musical, enriquecendo ainda mais o produção. Isso sem contar com a dinâmica produzida nas cenas em câmera lenta que antecedem as ações calculadas do detetive, evidenciando as ‘marmotas’ de Holmes.

Para ter a garantia de compreensão de todos, Guy não perdeu o custume de tentar explicar "tim-tim por tim-tim" o desfecho do filme. Desnecessário né? Apesar de não existir uma continuação confirmada, "Sherlock Holmes" dá uma pontinha do que ‘ainda vem mais por aí’, é preciso aguardar e, quem sabe, no próximo venha o Sherlock Holmes (“Elementar meu caro Watson”) que a gente conhece.

quinta-feira, janeiro 07, 2010

Destaque de 2009

Melhor vocalista– Thiago - Alíases
Melhor show nacional – Ratos de Porão
Melhor show – Infâmia – 01/01/09
Melhor banda - Fluxo
Melhor baixista – Neto - Malbec
Melhor guitarrista – cricricri
Melhor frontman – Nicolas Jr.
Melhor performance – Alíases (trio) no TOca Rock
Melhor performance individual – A atendente do Chopp Fun atrás da coluna representando a música da Pitty
Melhor casa de show - cricricri
Melhor cerveja – Rock pra Valer II (papo) – Comandante
Melhor larica – Aquele X-salada do Castelão no São Jorge
Melhor festa – Grito Rock 2009
Melhor tributo – Jeff Buckley - Toca Rock 11
Melhor coro – Blitzkrieg bop - Playmobils (Toca Rock 15)
Melhor lançamento – A Divina Comédia Cabocla II
Melhor projeto paralelo - Shaking Hands
Show Inacreditável – Iron fuckin Maiden
Menção honrosa – Alaídenegão
Maior saudade – Verdadeiro TULIPA!
Melhor twitter - @Quereisoueu
Revelação 2008 – Caracteres
Melhor Participação – Mezatrio e Malbec - tum tum levanta defunto
Melhor Cover – Guardanapos - Brainstorm
Voto de confiança para 2009 – Iluvia (agora vaaai)
Hit do ano – I Live You - Carlos
Pior show – Several no Chopp Fun (29/03)
Pior Cover – Ando Meio Desligado – Seaside
Pior Tributo – Matanza no Chopp Fun
Pior banda - Hipnose – Krisiun e Ratos
Pior festa – Matinê do Chopp Fun
Pior coro – Madame Saatan – Reza a vela
Vergonha do ano – Livia Mendes – Tacacá na Bossa especial (vários artistas locais, ela sobe no palco pra tocar cover... ninguém merece!)
Show mais engraçado – Dia Mundial do Rock no Olímpico
Vai tomar no cu do ano – Ilharga - Rock pra Valer II
‘caralho que porra eh essa?' do ano – transformações dos músicos no clipe da Bandaid